O título deste texto surge a propósito de duas situações que marcam o
debate público nacional: (1) O processo da compra do Banco MOZA por
parte do Fundo de Pensões do Banco de Moçambique e (2) A aquisição de
novas viaturas para os membros da Comissão Permanente da Assembleia da
República.
Sobre a questão do MOZA parece estar evidente que
estamos perante um conflito de interesses, visto que temos uma
''entidade camuflada'' que vai fazer um
duplo papel no mesmo jogo: árbitro e jogador. Sobre este capítulo pouco
me resta acrescentar, o que a mim me preocupa é a forma como o Banco de
Moçambique comunicou com o público em relação a este caso.

















