sexta-feira, 14 de outubro de 2016
quinta-feira, 13 de outubro de 2016
Prémios Nobel 2016
Nobel da Química: Jean-Pierre Sauvage, Sir J. Fraser Stoddart and Bernard L. Feringa
Nobel da Física: David J. Thouless, F. Duncan M. Haldane and J. Michael Kosterlitz
Nobel da Medicina: Yoshinori Ohsumi
Nobel da Literatura: Bob Dylan
Nobel da Economia: Oliver Hart and Bengt Holmström
Nobel da Paz: Juan Manuel Santos
Nobel da Física: David J. Thouless, F. Duncan M. Haldane and J. Michael Kosterlitz
Nobel da Medicina: Yoshinori Ohsumi
Nobel da Literatura: Bob Dylan
Nobel da Economia: Oliver Hart and Bengt Holmström
Nobel da Paz: Juan Manuel Santos
P.S. Clique no nome de cada um para saber as razões da distinção.
domingo, 9 de outubro de 2016
Índice Ibrahim de Boa Governação Africana (2016)
Lançado pela primeira vez em 2007 pela Fundação Mo Ibrahim, o Índice Ibrahim de Governação Africano
(IIAG) mede anualmente a qualidade da governação nos países africanos
através da compilação de dados de diversas fontes. Leia e descarregue AQUI o relatório completo do presente ano.
sexta-feira, 7 de outubro de 2016
A Paz não é 'moleza' : um olhar ao ‘’NÃO’’ pela paz na Colômbia
Este é o título que decidi dar ao presente texto que surge na esteira da passagem de mais um 4 de Outubro, dia consagrado para Paz em Moçambique .
Pretendo antes de tudo, recordar um episódio que mexeu com meio mundo nos primeiros dias do mês de Outubro, falo concretamente do NÃO dado pelo povo Colombiano através de referendo ao acordo de Paz assinado pelo actual Governo e pelas Forças Armadas e Revolucionárias da Colômbia (FARC). O acordo surge depois de quatro anos de amplas negociações entre o Presidente Colombiano, Juan Manuel Santos (Nobel da Paz 2016), e o líder das FARC, Rodrigo Lodoño.
terça-feira, 4 de outubro de 2016
Moçambique: Descentralizar O Centralismo (IESE, 2015)
As características deste livro fazem dele uma obra de referência sobre a
descentralização em Moçambique e uma leitura obrigatória para todos os que,
por motivos académicos ou profissionais, se interessam pelo assunto.
Encontre AQUI o livro.
descentralização em Moçambique e uma leitura obrigatória para todos os que,
por motivos académicos ou profissionais, se interessam pelo assunto.
Encontre AQUI o livro.
sexta-feira, 30 de setembro de 2016
As contradições do Ministro Jorge Ferrão
Jorge Ferrão, Ministro da Educação e Desenvolvimento Humano (15.09.2016, STV – Jornal da Noite) ‘’Nós sabemos que temos que recuperar os nosso alunos. Só existe Ministério e só existe escola porque nós queremos moldar o novo comportamento, e moldar um comportamento significa mesmo aqueles que tem um desvio padrão eles tem que ser trazidos, tem que ser aproveitados porque não ajuda só criar marginalidade no país. Nós temos que fazer mesmo que aquele é marginal ele tem que encontrar formas de ter um comportamento digno e de saber estar como cidadão, como aluno, como alguém que vai contribuir para o desenvolvimento deste país.’’
segunda-feira, 29 de agosto de 2016
V Conferência do IESE – Call for papers
Por ocasião do seu 10º aniversário, o IESE anuncia a realização da sua V
Conferência académica internacional, subordinada ao tema “Desafios da
investigação social e económica em tempos de crise” a ter lugar em
Maputo, Moçambique, entre 19 e 21 de Setembro de 2017.
Ver mais AQUI.
Ver mais AQUI.
É nojento!
Talvez eu não devesse escrever este texto por ser um das pessoas directamente envolvidas no que se passou no dia 27 de Agosto na Cidade de Maputo, mas não consigo me calar perante a nojeira que sinto do que li sobre um evento cívico.
Sinto-me verdadeiramente enojado quando algumas pessoas que nutro algum respeito pela idade, experiência profissional e académica que possuem conseguem ser tão ridículas ao ponto de querer chamar a si e aos seus sequazes um direito que cabe aos moçambicanos.
Durante toda a semana passada li vários comentários, reportagens e publicações encomendadas de moçambicanos que tentavam a todo o custo descredibilizar a Marcha Popular pela Paz.
Sinto-me verdadeiramente enojado quando algumas pessoas que nutro algum respeito pela idade, experiência profissional e académica que possuem conseguem ser tão ridículas ao ponto de querer chamar a si e aos seus sequazes um direito que cabe aos moçambicanos.
Durante toda a semana passada li vários comentários, reportagens e publicações encomendadas de moçambicanos que tentavam a todo o custo descredibilizar a Marcha Popular pela Paz.
segunda-feira, 15 de agosto de 2016
Que reformas de descentralização para Moçambique? (IESE, CIP, OMR & MASC, 2016)
Com esta nota – as Organizações
da Sociedade Civil (OSC) signatárias (IESE, MASC, CIP e OMR) – pretendem contribuir
para a reflexão sobre os caminhos para um processo de paz sustentável em
Moçambique, uma paz que não seja apenas o calar das armas.
DESCARREGUE AQUI
quinta-feira, 11 de agosto de 2016
O que comemorar nos 25 anos da Lei de Imprensa?
Há
muitas datas que pelo momento difícil que tendem a perder alguma
notoriedade. Todos os dias as capas dos jornais e os telejornais só dão
destaque a crise político-militar e económica. Na verdade, a teoria
sobre crises explica isso, em momento de convulsão social o destaque que
a media dá a alguns eventos ofusca o que pode se chamar de
''essencial''.
É
bom para o nosso país comemorar 25 anos daquele que é um dos principais
instrumentos legais deste país depois da Constituição da República. A
Lei de Imprensa permitiu, entre outras coisas, alargar o nosso campo de
intervenção e liberdade de expressão usando vários meios de comunicação
para o efeito. Um ganho não da pertença dos jornalistas, mas de toda uma
sociedade.
segunda-feira, 8 de agosto de 2016
A paz do cabaz?
Este texto faz parte de uma série de artigos que tenho vindo a publicar neste espaço com vista a contribuir para o processo da Paz em Moçambique.
O título acima foi pensado com o propósito de caracterizar o tipo de paz que se está a construir em Moçambique com base no actual modelo de diálogo político que é caracterizado pelo secretismo entre dois actores que se julgam donos supremos da paz, o Governo e a Renamo.
A analogia com o cabaz surge pelo facto deste ser caracterizado por conter diversos produtos, regra geral alimentícios, que só ficamos a saber todo o seu conteúdo após abri-lo para conferir, ou seja, um autêntico segredo que é da pertença de quem compôs tal oferenda.
terça-feira, 2 de agosto de 2016
Nação bomba-relógio?
Uma bomba-relógio é a designação comum de uma bomba que é acionada para detonação através de um período de tempo, geralmente calculado por um relógio. A palavra também é usada metaforicamente. "Esse problema é uma bomba-relógio" - significa algo que deve ser feito para a sua resolução, antes que crie danos de grande dimensão.sexta-feira, 29 de julho de 2016
Diálogo Político: 4 questões que devemos ter em conta antes dos mediadores regressarem
Sabendo que no momento que publico este texto (29/07/2016), os mediadores internacionais regressaram aos seus países de origem por forma a dar tempo às duas delegações a fim de se prepararem melhor para o diálogo, decidi elencar quatro questões que penso serem essenciais para que os mediadores voltem no dia 8 de Agosto e encontrem um ambiente diferente daquele que deixaram:1. Cedências - esta é uma das expressões quase inexistente no vocábulo dos nossos políticos, podemos crer que se os nossos políticos não cederem as suas convicções e ambições políticas não teremos PAZ, e para que isto mude é preciso que haja duas coisas: confiança e tolerância mútuas;
sexta-feira, 22 de julho de 2016
quarta-feira, 13 de julho de 2016
Liderar pelo exemplo?
De que a União Africana é um "clube de amigos" ligados pelo passado histórico nunca tive dúvidas, mas começo a duvidar da coerência em algumas decisões tomadas por aquele órgão.Segundo uma nota do Gabinete do antigo Chefe de Estado do nosso país, Armando Guebuza, este foi escolhido para chefiar uma missão de 25 Observadores da União Africana nas eleições do próximo dia 17 de Julho, em São Tomé.
Na carta-convite endereçada ao antigo presidente, a União Africana reitera que a escolha de Armando Emílio Guebuza "deve-se à sua vasta experiência e cometimento no reforço da paz e democracia em África”, diz a nota.
segunda-feira, 11 de julho de 2016
quinta-feira, 7 de julho de 2016
Um diálogo sem prazos?
11 de Julho (segunda-feira) é o
dia em que poderão chegar os medidores internacionais para a PAZ em Moçambique,
disse Afonso Dhlakama no dia 06 de Julho (STV). Nem mesmo o líder da Renamo tem a
certeza da chegada dos mediadores, o que para mim é mais grave ainda.
Na verdade eu fico extremamente
preocupado quando andamos aqui a depender de uns e outros para ter a Paz. Quer
então dizer que se os mediadores não chegarem no dia 11 não teremos paz?
Teremos que ficar sem circular em paz porque não
temos mediadores? E se eles chegarem
só em Setembro?
quarta-feira, 6 de julho de 2016
Obesidade mental (Andrew Oitke, 2001)
Foi em 2001 que o professor Andrew Oitke publicou o seu polémico livro "Mental Obesity". Nesta obra, o catedrático
de Antropologia, em Harvard, introduziu o conceito em epígrafe para descrever o que considerava o pior problema da sociedade moderna.
Há apenas algumas décadas, a humanidade tomou consciência dos perigos do excesso de gordura física por uma alimentação desregrada. Está na altura de se notar que os nossos abusos no campo da informação e conhecimento estão a criar problemas tão ou mais sérios que esses.
Segundo o autor, "a nossa sociedade está mais atafulhada de preconceitos que de proteínas, mais intoxicada de lugares-comuns que de hidratos de carbono. As pessoas viciam-se em estereótipos, juízos apressados, pensamentos tacanhos, condenações precipitadas".
quinta-feira, 30 de junho de 2016
Ministra Namashulua e a (in)disciplina?
A STV passou no dia 29 de Junho duas reportagens onde a figura principal era a ministra da Administração Estatal e Função Pública (MAEFP), Carmelita Namashulua. Na primeira, Namashulua defendia que queria uma Administração Pública DISCIPLINADA, virada aos resultados e competente. Até aí tudo bem, mas, confesso que fiquei estupefacto com a segunda peça de reportagem.
Ou seja, na segunda aparição, a ministra defendia que a condenação por corrupção do Edil de Lichinga não configura um problema de governação porque a pena aplicada não o impede de continuar a exercer o seu trabalho. Disse ainda que ele (edil de Lichinga) só vai sofrer medidas administrativas. Na verdade a ministra tem razão ao dizer que o edil teve uma pena que não o impede de exercer a função, mas, ela na qualidade de responsável pela tutela dos municípios não esperava que achasse a atitude do edil de continuar no cargo como algo normal.
Ou seja, na segunda aparição, a ministra defendia que a condenação por corrupção do Edil de Lichinga não configura um problema de governação porque a pena aplicada não o impede de continuar a exercer o seu trabalho. Disse ainda que ele (edil de Lichinga) só vai sofrer medidas administrativas. Na verdade a ministra tem razão ao dizer que o edil teve uma pena que não o impede de exercer a função, mas, ela na qualidade de responsável pela tutela dos municípios não esperava que achasse a atitude do edil de continuar no cargo como algo normal.
sexta-feira, 17 de junho de 2016
A favor ou contra? Como nos posicionamos nas redes sociais?
O debate público, no mundo digital, é uma das coisas mais lindas que o surgimento da Web nos proporcionou. Antes dela, as ideias vinham exclusivamente das “autoridades” e dos “formadores de opinião”, sempre publicadas pelos grandes veículos de comunicação.
Cabia ao cidadão comum apenas comentar os assuntos em casa ou no trabalho, num círculo social bem restrito. Agora, qualquer um, em qualquer parte do mundo, pode expressar o que pensa.
1. Ter opinião
Será que precisamos ter opinião sobre tudo? E se tivermos, é obrigatório torná-la pública? A impressão é que, quem não opina, se sente excluído do mundo digital. Então, pra se tornar visível, precisa se posicionar rapidamente (de preferência sendo o primeiro).
Cabia ao cidadão comum apenas comentar os assuntos em casa ou no trabalho, num círculo social bem restrito. Agora, qualquer um, em qualquer parte do mundo, pode expressar o que pensa.
1. Ter opinião
Será que precisamos ter opinião sobre tudo? E se tivermos, é obrigatório torná-la pública? A impressão é que, quem não opina, se sente excluído do mundo digital. Então, pra se tornar visível, precisa se posicionar rapidamente (de preferência sendo o primeiro).
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